terça-feira, 25 de maio de 2010

O perdido direito


A liberdade é um direito que a gente faz a maior briga para conquistar... e tudo isso só para depois ter “o gostinho” de abrir mão em favor do primeiro motivo mais insinuante que passar (perder-se, e prender-se, são coisas imensamente atrativas). O mais preocupante é: todo mundo sabe disso e ninguém faz nada pra impedir.
De todas as liberdades que existem, a que mais me atrai é a de credo (de todo tipo, não somente o religioso). Não porque seja da opinião de que “deixe ele, coitado, se quer acreditar...”, mas porque prefiro que não se proponha a discussão de assuntos indiscutíveis, e que não se meça importâncias imensuráveis.

Há outras liberdades que também são por demais atrativas: a de expressão, a de ir e vir (essa tão séria, que chega a ser prevista por lei), a de visão política, a de escolha (expressão redundante, em minha opinião), e tantas outras. Dentre essas, ganha destaque a de amar. Porque o amor não é algo treinável (nem tampouco previsível), e uma coisa assim não cabe em um espaço menor que aquele compreendido pela liberdade, e também porque, por mais que se tente suprimir o amor, ele desrespeita as regras e ponto final.

Por falar em “ponto final”, é isso, galera! A liberdade é o “poder” de fazer a vida ter graça, independente do que aconteça depois, porque, pior do que se arrepender do erro é se arrepender da desistência (sim, eu também sei ser clichê!).


Agradecimentos à Marciele, minha “parceira em segundo grau”. Valeu pela sugestão, flor!

3 comentários:

  1. Tá aí! Liberdade é uma coisa complicada de se falar. Só que, mais uma vez, você discutiu o indiscutível.

    Tem uma frase bem sábia que eu coloco aqui pra contribuir com o texto:

    "A minha liberdade termina quando começa a do outro."

    É isso aí.
    Beijo!
    Amo.

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  2. Liberdade é sinônimo de poder, o que pra mim, é sinônimo de auto-controle...
    Graças a Deus o amor não é algo treinável :)
    e graças a Deus as efêmeras paixões estão aos poucos sendo banidas desse globo.
    A propósito, muito bom texto ;)

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  3. "a de expressão, a de ir e vir (essa tão séria, que chega a ser prevista por lei)" Muuuuuito bom! asuasuasu!!!!

    Pra quem estava insegura do texto, em... adorei!
    Eu ainda não sou livre se me ligar na parte do "independente do que aconteça depois".


    Eustáquio Resmungão. kkkk
    Ótimo texto, Preta!
    Beijo!

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