quinta-feira, 9 de maio de 2013

(Novo) Amor em branco e VERDE


Aconteceu há muito pouco, na verdade. Como tudo o que acaba surpreendendo pela proporção que toma tão rapidamente, foi feito de fases: o contato inicial, a estranheza inicial; a empolgação; o cansaço e a consequente desistência... Aí vem a falta (chamaria de saudade, mas era tão recente ainda...). Quando a gente se dá conta, quer de novo, não vê a hora de voltar, por fim, volta.

O reinício foi ainda melhor que o início: um misto de reconhecimento, descoberta, desafio. É bom voltar – não tanto tempo depois assim de ter partido – e descobrir que o lugar que ocupava antes ainda estava lá, à espera. Ainda que outros houvessem chegado, ocuparam os seus lugares, não o meu. Há espaço para todos. Você ainda pertence, sabe... ou pode pertencer, se quiser.

Como nada pode ser tão fácil a ponto de não desafiar, eis aparece a necessidade de um exame, para o qual todo o preparo vai ser sempre insuficiente. Toda a tensão do mundo, nervosismo, um abraço amigo no exato momento em que precisava, o carinho de vários. Mais tensão... Acabou, tá examinado, agora é esperar (e preparar) a festa!

A festa, por sinal, foi linda! Família (sempre a postos para longas viagens), amigos, aqueles que estão sempre lá, apesar e além de tudo. Mais importante ainda do que o prêmio por ter passado no tal exame (que, aliás, já é importante demais), é descobrir um lugar que tem sido, não raras as vezes, uma ilha de alegria num mar de angústias. Verde sempre foi minha cor preferida, mas ser VERDE nunca foi tão bonito!

Embora eu ainda não me sinta no direito de dizer “Eu sou capoeira”, me arrisco no “eu gosto muito da capoeira” e me atrevo a prometer “Eu serei capoeira”. 



(grata pela consultoria, Miojo, querido!)